Computação |
Existem dois tipos:
I) Independência Lógica: Mudanças no esquema lógico (tabelas e atributos) não devem exigir alterações nos programas que utilizam o banco de dados. Ex.: adicionar uma nova coluna que não interfere nas consultas existentes.
II) Independência Física: Mudanças na forma de armazenamento físico não devem afetar o esquema lógico. Ex.: reorganizar índices ou mudar o modo como os arquivos são armazenados em disco.
Esse princípio permite evolução e manutenção com menor impacto.
Linguagens de Banco de Dados (DDL, DML, DCL)
Os SGBDs utilizam linguagens específicas para manipular dados e definir estruturas. As principais categorias são:
I) DDL – Data Definition Language: Responsável pela definição das estruturas do banco de dados. Os comandos típicos são CREATE, ALTER e DROP. Ex.: criação de tabelas, índices e visões.
II) DML – Data Manipulation Language: Usada para consultar e manipular dados. Os comandos típicos são SELECT, INSERT, UPDATE e DELETE. É a linguagem usada pelas aplicações e usuários finais para manipular o conteúdo.
III) DCL – Data Control Language: Controla permissões e segurança. Os comandos típicos são GRANT e REVOKE. Permite definir quem pode acessar ou manipular determinados dados.
Usuários e Perfis de Acesso
Um SGBD atende a diferentes perfis de usuários, cada um com responsabilidades e necessidades distintas:
Usuários Finais: Interagem com o banco através de aplicações. Não precisam conhecer detalhes técnicos.