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Processos de Formação de Palavras
A derivação é o processo mais comum de formação de palavras, ocorrendo pela adição de afixos a um radical já existente na língua.
Ela pode ser prefixal ("desfazer"), sufixal ("felizmente"), parassintética (quando prefixo e sufixo se somam simultaneamente e não podem ser retirados separadamente, como em "anoitecer") ou regressiva (formação de substantivos a partir de verbos, como "debate" de "debater").
A composição forma novas palavras a partir da junção de dois ou mais radicais já existentes, podendo ser por justaposição, quando os elementos mantêm sua forma original ("guarda-chuva"), ou por aglutinação, quando há perda de elementos fonéticos ("planalto", de "plano" + "alto").
Outros processos menos produtivos incluem a onomatopeia ("tique-taque") e a hibridismo, que combina radicais de línguas diferentes, como "sociologia" (latim + grego).
O estrangeirismo é a incorporação de palavras de outras línguas sem tradução, como "mouse" e "delivery", cada vez mais comuns com a globalização.
Já a abreviação ou redução encurta uma palavra já existente, como "moto" (motocicleta) e "pornô" (pornográfico), fenômeno típico da linguagem coloquial.