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O Contexto
Com a expansão do cristianismo no Império Romano, tornou-se necessário articular a fé nova com a herança filosófica grega.
A Patrística (séculos II a VIII) é o trabalho dos Padres da Igreja nessa tarefa de defesa e elaboração doutrinária.
Alguns, como Tertuliano, desconfiavam da filosofia pagã. Outros, como Justino e Clemente de Alexandria, viam nela uma preparação para o Evangelho.
Predominou a segunda posição, sobretudo através da leitura cristã de Platão e do neoplatonismo de Plotino.
Novos Problemas
A filosofia passa a enfrentar temas inéditos: criação do mundo do nada, providência divina, pecado, graça, imortalidade pessoal e livre-arbítrio.