História |
Alarmado com o crescimento da ANL e sob pressão de setores conservadores e militares, o governo de Vargas decretou o fechamento da organização em julho de 1935, com base na recém-aprovada Lei de Segurança Nacional.
A repressão empurrou a liderança comunista para a clandestinidade e para a radicalização, acelerando os planos de um levante armado contra o governo.
Em novembro de 1935, eclodiram levantes militares em Natal, Recife e no Rio de Janeiro, protagonizados por militares vinculados ao Partido Comunista, em episódio que ficou conhecido como Intentona Comunista.
Os levantes, mal coordenados entre si, foram rapidamente sufocados pelas forças legalistas, resultando em poucas horas na derrota completa do movimento insurrecional.
A repressão subsequente foi extremamente dura, com milhares de prisões em todo o país, atingindo não apenas militantes comunistas, mas também opositores liberais e intelectuais simpáticos à causa.
Luís Carlos Prestes foi capturado e preso, permanecendo encarcerado durante praticamente todo o período seguinte do governo de Vargas.