História |
A censura estatal atingia praticamente todas as formas de expressão pública, impondo restrições a manifestações consideradas contrárias aos interesses do regime.
Ao mesmo tempo, o governo investia intensamente em propaganda que exaltava a figura de Vargas como líder providencial e condutor do progresso nacional.
Um aparato policial repressivo, sob a coordenação de órgãos como o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), perseguia sistematicamente opositores tanto de esquerda quanto de direita.
Prisões arbitrárias, torturas e censura à correspondência tornaram-se práticas recorrentes contra aqueles considerados uma ameaça à ordem estabelecida.
O nacionalismo exacerbado tornou-se elemento central da cultura oficial do período, expresso em datas cívicas, símbolos pátrios e na exaltação do trabalhador nacional.
A figura do trabalhador ordeiro e produtivo era constantemente celebrada pelo discurso estatal como base moral da nova sociedade brasileira em construção.