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História  |  

Organização Social

A sociedade mesopotâmica era fortemente hierarquizada. No topo estava o rei, considerado representante dos deuses na Terra, seguido por sacerdotes, nobres, funcionários e escribas.

Abaixo estavam os homens livres, como camponeses, artesãos e comerciantes, e, na base da pirâmide social, os escravos, geralmente prisioneiros de guerra ou devedores.

Os escribas ocupavam posição de destaque, pois dominavam a escrita cuneiforme e eram responsáveis por registrar leis, contratos, transações comerciais e textos religiosos.

Religião

Os mesopotâmicos eram politeístas, cultuando diversos deuses ligados às forças da natureza, como Anu (deus do céu), Enlil (deus do vento e das tempestades) e Ishtar (deusa do amor e da guerra).

Grandes templos chamados zigurates eram construídos em forma de pirâmide escalonada, servindo como centros religiosos, administrativos e econômicos das cidades.

Acreditava-se que os deuses interferiam diretamente na vida cotidiana, o que explicava fenômenos como enchentes, secas e boas ou más colheitas.

O Código de Hamurabi

Um dos legados mais importantes da Babilônia é o Código de Hamurabi, elaborado por volta de 1.750 a.C., considerado um dos primeiros conjuntos de leis escritas da história.

O código estabelecia normas para diversos aspectos da vida social, como comércio, propriedade, família e crimes, aplicando penas que variavam conforme a posição social dos envolvidos.

Seu princípio mais conhecido, muitas vezes resumido como "olho por olho, dente por dente", refletia a ideia de retribuição proporcional ao dano causado.

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