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História  |  

A partir do século XVII, a Inglaterra estabeleceu treze colônias ao longo da costa atlântica da América do Norte, que se desenvolveram com relativa autonomia administrativa em relação à metrópole ao longo de mais de um século.

Essa autonomia permitiu o surgimento, sobretudo nas colônias do Norte e do Centro, de assembleias locais e de uma vida política própria, o que tornaria mais difícil, décadas depois, a aceitação de um controle metropolitano mais rígido.

Colônias de Povoamento e de Exploração

As colônias do Norte (Nova Inglaterra) e do Centro caracterizavam-se por um regime de colonização de povoamento, baseado em pequenas propriedades, comércio, manufatura e mão de obra livre, o que as aproximava economicamente da própria metrópole.

Já as colônias do Sul desenvolveram grandes plantações de tabaco e algodão voltadas à exportação, baseadas no trabalho escravo, seguindo um modelo de colonização de exploração semelhante ao adotado por outras potências europeias em suas colônias americanas.

A Política do Mercantilismo

Apesar dessa diversidade econômica, todas as treze colônias estavam submetidas ao Pacto Colonial, sistema mercantilista que obrigava as colônias a comercializar exclusivamente com a metrópole, garantindo à Inglaterra o monopólio sobre esse comércio.

Enquanto essa política permaneceu pouco rigorosa, as colônias conviveram sem grandes conflitos com a metrópole, situação que mudaria drasticamente a partir de meados do século XVIII.

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