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História  |  

As Guerras Médicas

No início do século V a.C., o poderoso Império Persa tentou conquistar as pólis gregas, dando início às Guerras Médicas (499–449 a.C.).

Batalhas célebres marcaram o conflito, como a Batalha de Maratona (490 a.C.), vencida pelos atenienses, e a Batalha das Termópilas (480 a.C.), na qual um pequeno contingente espartano resistiu heroicamente a um exército persa muito maior.

A vitória grega, selada em batalhas navais como a de Salamina, impediu a conquista persa e fortaleceu o prestígio de Atenas, que passou a liderar a resistência grega.

A Guerra do Peloponeso

As rivalidades entre Atenas e Esparta, agravadas pelo crescimento do poder ateniense após as Guerras Médicas, desembocaram na Guerra do Peloponeso (431–404 a.C.), que envolveu praticamente todas as pólis gregas.

Após décadas de conflito, Esparta, apoiada financeiramente pelos persas, conseguiu derrotar Atenas, que perdeu sua frota e sua posição de potência hegemônica.

Esse longo conflito enfraqueceu as pólis gregas, tornando-as mais vulneráveis a intervenções externas, como a que viria do reino da Macedônia.

A Ascensão da Macedônia

No século IV a.C., o reino da Macedônia, ao norte da Grécia, aproveitou o enfraquecimento das pólis para expandir sua influência, sob o comando do rei Filipe II.

Filipe II venceu a coalizão de pólis gregas na Batalha de Queroneia (338 a.C.), submetendo praticamente toda a Grécia ao domínio macedônio.

Seu filho, Alexandre, o Grande, herdaria não apenas o trono, mas também o projeto de unir os gregos em uma grande empreitada de conquistas rumo ao Oriente.

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