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História  |  

A conquista espanhola da América foi conduzida por pequenos grupos de aventureiros armados, os conquistadores, que, apoiados em armas de fogo, cavalos e alianças com povos indígenas rivais, conseguiram derrubar impérios com populações muito maiores que as suas.

Hernán Cortés liderou a conquista do Império Asteca, no México, entre 1519 e 1521, aproveitando-se de rivalidades internas entre os povos submetidos ao domínio asteca para formar alianças estratégicas.

Poucos anos depois, Francisco Pizarro conquistou o Império Inca, na região andina, capturando e executando o imperador Atahualpa em 1533, evento que marcou o colapso do domínio inca sobre a região.

O Papel das Doenças

Além do fator militar, um elemento decisivo na conquista espanhola foi a disseminação de doenças europeias, como varíola e sarampo, para as quais os povos americanos não possuíam imunidade prévia, causando mortandade em escala catastrófica.

Estima-se que epidemias tenham dizimado parcelas significativas da população indígena americana nas décadas seguintes ao contato, enfraquecendo drasticamente a capacidade de resistência dessas sociedades frente aos invasores europeus.

A Administração Colonial Espanhola

A Espanha organizou seu vasto império americano em vice-reinos, como o da Nova Espanha (México) e o do Peru, administrados em nome da Coroa e voltados à exploração de metais preciosos, sobretudo ouro e prata.

A exploração da prata das minas de Potosí, no atual território boliviano, tornou-se uma das principais fontes de riqueza da Coroa espanhola ao longo dos séculos XVI e XVII.

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